Paróquia Sagrada Família
Pastorais
Clero-Diocesano

Clero Diocesano comemora dia do Padre

mês vocacional começou e para dar início as celebrações do mês de agosto, o clero diocesano de Itabira – Coronel Fabriciano se reuniu no dia 07 deste mês, na Paróquia São José, em São José do Goiabal, para festejar o dia do padre ocorrido no último dia 04 de agosto, dia de São João Maria Vianney, patrono dos párocos e de todos os presbíteros. 

A comunidade paroquial acolheu com muito carinho a todos os padres e bispos, manifestando a alegria de poder celebrar este dia de festa na paróquia. 

Às 10h, houve celebração da Santa Missa na Igreja Matriz, presidida pelo bispo diocesano Dom Marco Aurélioa comunidade local esteve presente. Na homilia, Dom Marco Aurélio destacou a figura do Cura D’Ars e o seu testemunho ministerial que deve ser modelo para todos os padres e agradeceu aos sacerdotes, pela vida doada e pelo ministério vivido em nossa diocese. 

Após a Santa Missa, o clero pôde dar continuidade a este momento de unidade e comunhão através de uma confraternização. Agradecemos a Paróquia São José pelo acolhimento e ao Pe. José Ricardo, o responsável pela Pastoral da Comunidade Paroquial.

Por Pe Ueliton Neves
Assessor Diocesano do Comunicação

FacebookTwitterGoogle+

separador
diacono-permanente

Diaconato permanente: vocação e serviço

Vocação é antes de tudo, dom de Deus e da Igreja. E assim, como padres e bispos, existe também a vocação ao diaconato permanente. Muitas vezes confundido com “um padre casado”, uma inverdade que precisamos corrigir. O diácono permanente pode batizar, levar o viático, assistir casamentos e presidir funerais, e talvez seja esse o motivo dessas dúvidas que ocorrem com alguns fiéis. O ministério eclesiástico compreende três graus do sacramento da ordem sacerdotal: os bispos, os sacerdotes e os diáconos. Enquanto os bispos e os padres participam ministerialmente do sacerdócio de Cristo, a ordem do diaconato permanente tem a função de ajudar e servir aos bispos e presbíteros.

De acordo com a doutrina da Igreja o diaconato foi estabelecido desde a época dos apóstolos. O Catecismo da Igreja (1570) ensina que “os diáconos participam de modo especial na missão e na graça de Cristo. O sacramento da Ordem marca-os com um selo (caráter) que ninguém pode fazer desaparecer e que configura com Cristo, que se fez ‘diácono’, isto é, o servo de todos. Entre outros serviços, pertence aos diáconos assistir o bispo e os sacerdotes na celebração dos divinos mistérios, sobretudo da Eucaristia, distribuí-la, assistir ao Matrimônio e abençoá-lo, proclamar o Evangelho e pregar, presidir aos funerais e consagrar-se aos diversos serviços da caridade.”

Um diácono, ao contrário do padre, não pode celebrar o sacramento da Eucaristia (Missa), confessar e nem administrar a unção dos enfermos. Por outro lado, não precisa viver o celibato sendo autorizado a casar e constituir família. É a Igreja oferecendo formas para que a humanidade possa servir a Deus. E para ser um diácono é preciso vocação e discernimento, sabendo sempre a necessidade de estar disposto a servir a Cristo. Antes de tudo, procure seu pároco e fale sobre o assunto e assim ele o indicará o melhor a ser feito.

A Diocese de Itabira – Coronel Fabriciano, estará comemorando o primeiro aniversário de orndeção dos 16 diáconos permanentes, são eles: Diácono Elias Pereira da Silva, Diácono Euder Adeli dos Santos, Diácono Geraldo Afonso de Souza, Diácono Geraldo Luciano Lima, Diácono Geraldo Mangelo Viana, Diácono Geraldo Ponciano Ferreira, Diácono Helvécio Dias da Silveira, Diácono João Carlos de Medeiros, Diácono José Geraldo de Oliveira, Diácono Luciano dos Santos Rodrigues, Diácono Luiz Carlos de Paiva, Diácono Luiz Sales Luzia, Diácono Marcelo de Souza Vieira, Diácono Maurílio Hamilton Serafim, Diácono Ronaldo de Carvalho e Diácono Vicente Moreira da Silva.

Por Jéssica Scarabelli
Freelancer Católico


MISSA DE AÇÃO DE GRAÇAS PELO DIACONATO PERMANENTE 
ANIVERSÁRIO DE 1 ANO DE ORDENAÇÃO

06 DE AGOSTO – 10H
Igreja Matriz de Santana
Paróquia de Santana
Santana do Paraíso – MG

06 DE AGOSTO – 19H30
Igreja Matriz de São José de Acesita
Paróquia São José
Timóteo – MG

06 DE AGOSTO – 19H30
Santuário Senhor do Bonfim
Paróquia Senhor do Bonfim
Ipatinga – MG

10 DE AGOSTO – 19H30
Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário
Paróquia Nossa Senhora do Rosário
Santa Maria de Itabira – MG

13 DE AGOSTO – 19H30
Igreja São João Batista
Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida
Itabira – MG

13 DE AGOSTO – 19H30
Igreja Sagrado Coração de Jesus
Paróquia Nossa Senhora da Conceição
João Monlevade – MG

13 DE AGOSTO – 19H30
Igreja Matriz Nossa Senhora Aparecida
Paróquia Nossa Senhora Aparecida
Ipatinga – MG

13 DE AGOSTO – 08H E 20H
Igreja Matriz Nossa Senhora da Piedade
Paróquia Nossa Senhora da Piedade
Belo Oriente – MG

13 DE AGOSTO – 19H30
Igreja Matriz Cristo Libertador
Paróquia Cristo Libertador
Ipatinga – MG

FacebookTwitterGoogle+

separador
noticia

Bispos da Venezuela reunem com o Papa Francisco

Pontífice recebeu um relatório com informações sobre os mortos durante os protestos contra o governo de Nicolás Maduro

Conforme foi anunciado, o Papa Francisco se reuniu em privado na manhã de hoje com membros da presidência da Conferência Episcopal Venezuelana (CEV) e recebeu relatórios detalhados sobre a dramática crise pela qual o país está passando.

O encontro foi solicitado pela Conferência Episcopal para conversar sobre a situação que o país vive e, embora tenha apenas transcendido a informação de momento a respeito e a Santa Sé não tenha emitido um comunicado oficial, sabe-se que a reunião entre alguns membros do episcopado venezuelano e o Pontífice durou aproximadamente uma hora.

Os bispos do conselho da CEV foram: Dom Diego Rafael Padrón, Arcebispo de Cumaná e presidente; Dom José Luis Azuaje, Bispo de Barinas e vice-presidente; Dom Mario del Valle Moronta, Bispo de San Cristóbal de Venezuela e segundo vice-presidente; Dom Víctor Hugo Basabe, Bispo de San Felipe e secretário geral; Cardeal Jorge Liberato Urosa, Arcebispo de Caracas; e Cardeal Baltazar Porras Cardozo, Arcebispo de Mérida.

Na audiência privada, os bispos entregaram relatórios específicos sobre a situação que o país vive. Em sua conta oficial no Twitter, a CEV informou que os prelados “entregaram ao Papa um relatório dos falecidos durante os protestos e dados da crise humanitária”.

A situação na Venezuela é crítica. Há cerca de dois meses, os protestos contra o regime venezuelano não param e os manifestantes sofrem a violência e a repressão pelas forças de segurança.

Há alguns dias, o Cardeal Jorge Urosa disse que “o governo perdeu apoio popular e o governo deve desistir da sua intenção de implantar um sistema totalitário, comunista, materialista e militarista na Venezuela”.

“Isso o povo venezuelano não quer: é um sistema contrário aos interesses de todos, mas especialmente dos mais pobres”, disse a Rádio Vaticana.

E várias ocasiões, o Papa Francisco mostrou em público a sua preocupação sobre o país. Em 5 de maio, enviou uma carta aos bispos da Venezuela na qual expressou que sente uma profunda dor pela situação.

“Asseguro-lhes que estou acompanhando com grande preocupação a situação do povo venezuelano ante os graves problemas que o afligem e sinto uma profunda dor pelos confrontos e pela violência atual, que provocaram numerosos mortos e feridos e que não ajudam a solucionar os problemas, mas apenas causam mais sofrimento e dor”, manifestou o Pontífice.

Em outra ocasião, depois da Oração do Regina Caeli em 30 de abril, demonstrou sua proximidade às vítimas dos confrontos entre manifestantes e forças de segurança e pediu responsabilidade e soluções dialogadas ao governo e a todos os setores sociais da Venezuela.

“Não param de chegar notícias dramáticas sobre a situação na Venezuela e do agravamento dos confrontos com numerosas mortes, feridos e presos. Uno-me a dor dos familiares das vítimas e asseguro a minha oração de sufrágio”, afirmou naquele dia.

Em seguida, fez “um forte apelo ao governo e a todos os componentes da sociedade venezuelana a fim de que seja evitada qualquer nova forma de violência; sejam respeitados os direitos humanos e busquem soluções negociadas para a crise humanitária, social, política e econômica que está castigando a população”.

 

Via ACI Digital

FacebookTwitterGoogle+

separador
noticia

Brasil sediará I Congresso Continental da Misericórdia

Cidade do Vaticano (RV) –  O Brasil será o país-sede do I Congresso Continental da Misericórdia, a ter lugar em Aparecida, de 22 a 25 de junho, com o tema “Sua misericórdia se estende de geração em geração, sobre aqueles que o temem”.

Organizado em parceria com o Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização – dirigido pelo Arcebispo Rino Fisichella – o  objetivo do encontro é pensar a identidade da Igreja como Igreja de Misericórdia.

Quem nos fala sobre como surgiu a ideia desta iniciativa e como o Congresso irá se desenvolver, é Izaías de Souza Carneiro, fundador da Comunidade Coração Novo (sediada no Rio de Janeiro) e que visitou a nossa emissora:

“No ano passado o Papa convocou o Ano da Misericórdia. Mas uma grande preocupação de toda a Igreja e também do Papa, é que o Ano da Misericórdia não encerrasse na Festa de Cristo Rei, quando se fecharam as Portas da Misericórdia. Fecharam-se as Portas simbólicas, mas não se fecham nunca portas da misericórdia.

Por isto mesmo nós estamos empreendendo no Brasil, junto com o dicastério para a Nova Evangelização – presidido pelo Monsenhor Rino Fisichella – o Congresso continental da Misericórdia, que é o primeiro, o primeiro Congresso continental da Misericórdia.

Este Congresso, ele é fruto dos Congressos Mundiais da Misericórdia. Em 2008 iniciaram-se os Congressos Mundiais da Misericórdia, que foi um pedido do Papa Bento XVI a um grupo de 17 Cardeais, entre eles, o Cardeal Christoph Schönborn, de Viena, Áustria, para que a cultura da misericórdia, para que uma reflexão séria a respeito da identidade da Igreja como Igreja de misericórdia, pudesse começar a ser feita, a partir da pessoa de João Paulo II e de Santa Faustina.

Porém, o Congresso da Misericórdia, o congresso mundial  – e eu estive no primeiro como delegado da CNBB, junto com o Padre Marcial Maçaneiro do Brasil, Padre dehoniano, na época estivemos eu e minha esposa junto com ele – e o Congresso da Misericórdia está bem longe de ser um Congresso apenas para divulgar a devoção à Divina Misericórdia, mas é um Congresso para pensar a identidade da Igreja como Igreja de Misericórdia.

Então, a partir de 2008, vários outros Congressos Mundiais acontece em – o último por sinal foi agora em janeiro, aconteceu nas Filipinas e no ano de 2014 acontece o penúltimo Congresso Mundial em Bogotá, na Colômbia.

Naquela oportunidade, nosso Arcebispo do Rio, Dom Orani, leva uma carta de Dom Damasceno, pedindo para que o Brasil pudesse sediar um desses Congressos Mundiais. E a resposta foi, que já que nós tínhamos os próximos Congressos Mundiais agendados e o Brasil é um país estratégico do ponto de vista cristão para todo o continente, então que o Brasil poderia sediar o primeiro Congresso continental.

Foi nomeado o Padre João Supinski como Secretário  Geral, eu fui nomeado como Secretário Executivo do Congresso e nós estamos então preparando este Congresso que vai acontecer entre os dias 22 e 25 de junho próximo, na cidade de Aparecida, e vai contar com a presença do Cardeal Orani, Cardeal Damasceno, Cardeal Sérgio da Rocha, Cardeal Odilo Scherer, Padre Eduardo Dougherty, Padre Zezinho estará junto conosco como um dos conferencistas.

Aliás, é muito bonito ver isto, você vai ter Padre Zezinho que vai falar sobre o rosto da misericórdia, Jesus, o rosto da misericórdia, mas você vai ter também a irmã Lina Boff, que vai falar sobre Maria, a Mãe da Misericórdia.

O contexto teológico da do Congresso, o viés teológico do Congresso quem prepara é o Padre João Carlos Almeida, o Padre Joãozinho, também dehoniano. A linha teológica do Congresso é a Trindade. Então, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, com a intercessão de Maria.

Primeira conferência: o Pai das Misericórdias; segunda Conferência: Jesus, o rosto da Misericórdia; terceira conferência, Padre Wagner Ferreira da Canção Nova: Espírito Santo, Efusão da Misericórdia; depois a Irmã Lina Boff, Maria, Mãe da Misericórdia,. Entremeado com testemunhos, de sacerdotes, de leigos, de pessoas recuperadas por obras de misericórdia – no Brasil nós temos muitas.

Nós vamos então realizar este Congresso em Aparecida e as inscrições devem sempre ser feitas pelo site.

É um Congresso aberto para todo o povo. Mas o foco principal são formadores de opinião, porque nós queremos disseminar, através do Congresso, uma cultura de misericórdia. Esta cultura da misericórdia da qual nos fala o Papa Francisco. E daí também o tema do Congresso vai falar disto. Nós escolhemos como tema, por ser no Brasil um ano mariano, nós escolhemos como tema do Congresso  Lucas 1, 50, que é o Cântico de Maria: “Sua misericórdia se estende de geração em geração, sobre aqueles que o temem”. Com este tema nós conseguimos abrir de novo as portas da misericórdia e para além do Ano Santo”.

As inscrições e maiores informações sobre o Congresso podem ser obtidas no site www.accom2017.org.

FacebookTwitterGoogle+

separador
noticia

Apenas 7 mulheres podem vestir branco diante do Papa

Neste mês de maio, houve uma repercussão muito grande sobre a foto tirada no Vaticano com Trump, presidente dos EUA, sua esposa e filha junto ao Papa Francisco. A polêmica se deu por dois motivos. O primeiro, a expressão nada alegre de Francisco. O segundo, a primeira dama e sua filha, Melania e Ivanka Trump, estavam de preto ao lado dos dois.

A foto circulou o mundo, que na sua ociosidade criativa, principalmente aqui em terras tupiniquins, brincou com esses dois fatos. Associaram a imagem a uma série de terro norte americana chamada American Horror Story – AHS, e outras bizarrices por aí.

ng8547398

Família Trump e o Papa

No entanto, fiz toda essa introdução para passar para você uma regra de etiqueta papal que há muito é usada no Vaticano. Não é uma regra. Tanto é que o próprio pontífice pode anular ao seu gosto.

A Santa Sé não impõe um código de vestimenta a ser adotado de modo obrigatório, mas sugere um protocolo para visitas de Estado e audiências com o Papa, tanto para homens quanto para mulheres. No caso feminino, o protocolo requer vestido preto longo e gola alta, mangas compridas e mantilha preta. No entanto, por motivos históricos, algumas rainhas católicas ou consortes católicas de reis têm sido tradicionalmente isentas de usar o preto: trata-se do assim chamado “privilégio do branco”, uma especial prerrogativa concedida e mantida a critério do Papa.

Privilégio do Branco

Atualmente, são apenas sete as rainhas, princesas ou consortes de monarcas e monarcas eméritos a quem é concedido o “privilégio do branco”: a rainha consorte Letícia, da Espanha; a rainha emérita Sofia, também da Espanha; a rainha consorte Matilde, da Bélgica; a rainha emérita Paula, também da Bélgica; a grã-duquesa Maria Teresa, de Luxemburgo; a princesa Charlene, de Mônaco; e a princesa Marina, de Nápoles, por pertencer à Casa de Saboia.

Trata-se de uma tradição cujo sentido é o de reverenciar a importância do Sumo Pontífice, mas, como disse antes, os próprios Papas não exigem à risca o seu cumprimento. Já houve na história recente, diversas mulheres chefes de governo ou de Estado que foram recebidas pelos Papas sem estarem vestidas de preto.

papa-branco-1

Rainha emérita Sofia da Espanha, uma das que podem se vestir de branco diante do papa.

Foi o caso, por exemplo, das ex-presidentes irlandesas Mary Robinson e Mary McAleese, além da ex-primeira-dama Raíssa Gorbachova, da antiga União Soviética, todas em encontros com São João Paulo II.

Em diversas ocasiões, as próprias rainhas e princesas que têm o “privilégio do branco” preferiram não fazer uso dessa prerrogativa, escolhendo vestir-se de preto em gesto de reverência ao Santo Padre.

 Por Marquione Ban, com trechos do texto publicado em Aleteia
FacebookTwitterGoogle+

separador
Assembleia

Santuário Nacional acolhe a Assembleia Geral da CNBB

“O Santuário de Aparecida já está com tudo pronto para receber a 55ª Assembleia Geral da CNBB (AG CNBB), entre os dias 26 de abril a 5 de maio. São esperados mais de 350 bispos ativos e eméritos, dos dezoito regionais da CNBB.

Para receber o maior encontro do episcopado brasileiro o Santuário Nacional é responsável por toda a infraestrutura de acolhimento que conta com o Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, montagem de ambulatório médico, salas climatizadas para o atendimento de jornalistas dispondo de internet, mesas, armários e espaço para coletiva de imprensa. Leia Mais…

FacebookTwitterGoogle+

separador