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Bispos da Venezuela reunem com o Papa Francisco

Pontífice recebeu um relatório com informações sobre os mortos durante os protestos contra o governo de Nicolás Maduro

Conforme foi anunciado, o Papa Francisco se reuniu em privado na manhã de hoje com membros da presidência da Conferência Episcopal Venezuelana (CEV) e recebeu relatórios detalhados sobre a dramática crise pela qual o país está passando.

O encontro foi solicitado pela Conferência Episcopal para conversar sobre a situação que o país vive e, embora tenha apenas transcendido a informação de momento a respeito e a Santa Sé não tenha emitido um comunicado oficial, sabe-se que a reunião entre alguns membros do episcopado venezuelano e o Pontífice durou aproximadamente uma hora.

Os bispos do conselho da CEV foram: Dom Diego Rafael Padrón, Arcebispo de Cumaná e presidente; Dom José Luis Azuaje, Bispo de Barinas e vice-presidente; Dom Mario del Valle Moronta, Bispo de San Cristóbal de Venezuela e segundo vice-presidente; Dom Víctor Hugo Basabe, Bispo de San Felipe e secretário geral; Cardeal Jorge Liberato Urosa, Arcebispo de Caracas; e Cardeal Baltazar Porras Cardozo, Arcebispo de Mérida.

Na audiência privada, os bispos entregaram relatórios específicos sobre a situação que o país vive. Em sua conta oficial no Twitter, a CEV informou que os prelados “entregaram ao Papa um relatório dos falecidos durante os protestos e dados da crise humanitária”.

A situação na Venezuela é crítica. Há cerca de dois meses, os protestos contra o regime venezuelano não param e os manifestantes sofrem a violência e a repressão pelas forças de segurança.

Há alguns dias, o Cardeal Jorge Urosa disse que “o governo perdeu apoio popular e o governo deve desistir da sua intenção de implantar um sistema totalitário, comunista, materialista e militarista na Venezuela”.

“Isso o povo venezuelano não quer: é um sistema contrário aos interesses de todos, mas especialmente dos mais pobres”, disse a Rádio Vaticana.

E várias ocasiões, o Papa Francisco mostrou em público a sua preocupação sobre o país. Em 5 de maio, enviou uma carta aos bispos da Venezuela na qual expressou que sente uma profunda dor pela situação.

“Asseguro-lhes que estou acompanhando com grande preocupação a situação do povo venezuelano ante os graves problemas que o afligem e sinto uma profunda dor pelos confrontos e pela violência atual, que provocaram numerosos mortos e feridos e que não ajudam a solucionar os problemas, mas apenas causam mais sofrimento e dor”, manifestou o Pontífice.

Em outra ocasião, depois da Oração do Regina Caeli em 30 de abril, demonstrou sua proximidade às vítimas dos confrontos entre manifestantes e forças de segurança e pediu responsabilidade e soluções dialogadas ao governo e a todos os setores sociais da Venezuela.

“Não param de chegar notícias dramáticas sobre a situação na Venezuela e do agravamento dos confrontos com numerosas mortes, feridos e presos. Uno-me a dor dos familiares das vítimas e asseguro a minha oração de sufrágio”, afirmou naquele dia.

Em seguida, fez “um forte apelo ao governo e a todos os componentes da sociedade venezuelana a fim de que seja evitada qualquer nova forma de violência; sejam respeitados os direitos humanos e busquem soluções negociadas para a crise humanitária, social, política e econômica que está castigando a população”.

 

Via ACI Digital

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Brasil sediará I Congresso Continental da Misericórdia

Cidade do Vaticano (RV) –  O Brasil será o país-sede do I Congresso Continental da Misericórdia, a ter lugar em Aparecida, de 22 a 25 de junho, com o tema “Sua misericórdia se estende de geração em geração, sobre aqueles que o temem”.

Organizado em parceria com o Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização – dirigido pelo Arcebispo Rino Fisichella – o  objetivo do encontro é pensar a identidade da Igreja como Igreja de Misericórdia.

Quem nos fala sobre como surgiu a ideia desta iniciativa e como o Congresso irá se desenvolver, é Izaías de Souza Carneiro, fundador da Comunidade Coração Novo (sediada no Rio de Janeiro) e que visitou a nossa emissora:

“No ano passado o Papa convocou o Ano da Misericórdia. Mas uma grande preocupação de toda a Igreja e também do Papa, é que o Ano da Misericórdia não encerrasse na Festa de Cristo Rei, quando se fecharam as Portas da Misericórdia. Fecharam-se as Portas simbólicas, mas não se fecham nunca portas da misericórdia.

Por isto mesmo nós estamos empreendendo no Brasil, junto com o dicastério para a Nova Evangelização – presidido pelo Monsenhor Rino Fisichella – o Congresso continental da Misericórdia, que é o primeiro, o primeiro Congresso continental da Misericórdia.

Este Congresso, ele é fruto dos Congressos Mundiais da Misericórdia. Em 2008 iniciaram-se os Congressos Mundiais da Misericórdia, que foi um pedido do Papa Bento XVI a um grupo de 17 Cardeais, entre eles, o Cardeal Christoph Schönborn, de Viena, Áustria, para que a cultura da misericórdia, para que uma reflexão séria a respeito da identidade da Igreja como Igreja de misericórdia, pudesse começar a ser feita, a partir da pessoa de João Paulo II e de Santa Faustina.

Porém, o Congresso da Misericórdia, o congresso mundial  – e eu estive no primeiro como delegado da CNBB, junto com o Padre Marcial Maçaneiro do Brasil, Padre dehoniano, na época estivemos eu e minha esposa junto com ele – e o Congresso da Misericórdia está bem longe de ser um Congresso apenas para divulgar a devoção à Divina Misericórdia, mas é um Congresso para pensar a identidade da Igreja como Igreja de Misericórdia.

Então, a partir de 2008, vários outros Congressos Mundiais acontece em – o último por sinal foi agora em janeiro, aconteceu nas Filipinas e no ano de 2014 acontece o penúltimo Congresso Mundial em Bogotá, na Colômbia.

Naquela oportunidade, nosso Arcebispo do Rio, Dom Orani, leva uma carta de Dom Damasceno, pedindo para que o Brasil pudesse sediar um desses Congressos Mundiais. E a resposta foi, que já que nós tínhamos os próximos Congressos Mundiais agendados e o Brasil é um país estratégico do ponto de vista cristão para todo o continente, então que o Brasil poderia sediar o primeiro Congresso continental.

Foi nomeado o Padre João Supinski como Secretário  Geral, eu fui nomeado como Secretário Executivo do Congresso e nós estamos então preparando este Congresso que vai acontecer entre os dias 22 e 25 de junho próximo, na cidade de Aparecida, e vai contar com a presença do Cardeal Orani, Cardeal Damasceno, Cardeal Sérgio da Rocha, Cardeal Odilo Scherer, Padre Eduardo Dougherty, Padre Zezinho estará junto conosco como um dos conferencistas.

Aliás, é muito bonito ver isto, você vai ter Padre Zezinho que vai falar sobre o rosto da misericórdia, Jesus, o rosto da misericórdia, mas você vai ter também a irmã Lina Boff, que vai falar sobre Maria, a Mãe da Misericórdia.

O contexto teológico da do Congresso, o viés teológico do Congresso quem prepara é o Padre João Carlos Almeida, o Padre Joãozinho, também dehoniano. A linha teológica do Congresso é a Trindade. Então, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, com a intercessão de Maria.

Primeira conferência: o Pai das Misericórdias; segunda Conferência: Jesus, o rosto da Misericórdia; terceira conferência, Padre Wagner Ferreira da Canção Nova: Espírito Santo, Efusão da Misericórdia; depois a Irmã Lina Boff, Maria, Mãe da Misericórdia,. Entremeado com testemunhos, de sacerdotes, de leigos, de pessoas recuperadas por obras de misericórdia – no Brasil nós temos muitas.

Nós vamos então realizar este Congresso em Aparecida e as inscrições devem sempre ser feitas pelo site.

É um Congresso aberto para todo o povo. Mas o foco principal são formadores de opinião, porque nós queremos disseminar, através do Congresso, uma cultura de misericórdia. Esta cultura da misericórdia da qual nos fala o Papa Francisco. E daí também o tema do Congresso vai falar disto. Nós escolhemos como tema, por ser no Brasil um ano mariano, nós escolhemos como tema do Congresso  Lucas 1, 50, que é o Cântico de Maria: “Sua misericórdia se estende de geração em geração, sobre aqueles que o temem”. Com este tema nós conseguimos abrir de novo as portas da misericórdia e para além do Ano Santo”.

As inscrições e maiores informações sobre o Congresso podem ser obtidas no site www.accom2017.org.

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Apenas 7 mulheres podem vestir branco diante do Papa

Neste mês de maio, houve uma repercussão muito grande sobre a foto tirada no Vaticano com Trump, presidente dos EUA, sua esposa e filha junto ao Papa Francisco. A polêmica se deu por dois motivos. O primeiro, a expressão nada alegre de Francisco. O segundo, a primeira dama e sua filha, Melania e Ivanka Trump, estavam de preto ao lado dos dois.

A foto circulou o mundo, que na sua ociosidade criativa, principalmente aqui em terras tupiniquins, brincou com esses dois fatos. Associaram a imagem a uma série de terro norte americana chamada American Horror Story – AHS, e outras bizarrices por aí.

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Família Trump e o Papa

No entanto, fiz toda essa introdução para passar para você uma regra de etiqueta papal que há muito é usada no Vaticano. Não é uma regra. Tanto é que o próprio pontífice pode anular ao seu gosto.

A Santa Sé não impõe um código de vestimenta a ser adotado de modo obrigatório, mas sugere um protocolo para visitas de Estado e audiências com o Papa, tanto para homens quanto para mulheres. No caso feminino, o protocolo requer vestido preto longo e gola alta, mangas compridas e mantilha preta. No entanto, por motivos históricos, algumas rainhas católicas ou consortes católicas de reis têm sido tradicionalmente isentas de usar o preto: trata-se do assim chamado “privilégio do branco”, uma especial prerrogativa concedida e mantida a critério do Papa.

Privilégio do Branco

Atualmente, são apenas sete as rainhas, princesas ou consortes de monarcas e monarcas eméritos a quem é concedido o “privilégio do branco”: a rainha consorte Letícia, da Espanha; a rainha emérita Sofia, também da Espanha; a rainha consorte Matilde, da Bélgica; a rainha emérita Paula, também da Bélgica; a grã-duquesa Maria Teresa, de Luxemburgo; a princesa Charlene, de Mônaco; e a princesa Marina, de Nápoles, por pertencer à Casa de Saboia.

Trata-se de uma tradição cujo sentido é o de reverenciar a importância do Sumo Pontífice, mas, como disse antes, os próprios Papas não exigem à risca o seu cumprimento. Já houve na história recente, diversas mulheres chefes de governo ou de Estado que foram recebidas pelos Papas sem estarem vestidas de preto.

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Rainha emérita Sofia da Espanha, uma das que podem se vestir de branco diante do papa.

Foi o caso, por exemplo, das ex-presidentes irlandesas Mary Robinson e Mary McAleese, além da ex-primeira-dama Raíssa Gorbachova, da antiga União Soviética, todas em encontros com São João Paulo II.

Em diversas ocasiões, as próprias rainhas e princesas que têm o “privilégio do branco” preferiram não fazer uso dessa prerrogativa, escolhendo vestir-se de preto em gesto de reverência ao Santo Padre.

 Por Marquione Ban, com trechos do texto publicado em Aleteia
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Santuário Nacional acolhe a Assembleia Geral da CNBB

“O Santuário de Aparecida já está com tudo pronto para receber a 55ª Assembleia Geral da CNBB (AG CNBB), entre os dias 26 de abril a 5 de maio. São esperados mais de 350 bispos ativos e eméritos, dos dezoito regionais da CNBB.

Para receber o maior encontro do episcopado brasileiro o Santuário Nacional é responsável por toda a infraestrutura de acolhimento que conta com o Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, montagem de ambulatório médico, salas climatizadas para o atendimento de jornalistas dispondo de internet, mesas, armários e espaço para coletiva de imprensa. Leia Mais…

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Aparecida acolhe Romaria da Juventude

Nos próximos dias 29 e 30 de abril será realizada, em Aparecida, a Romaria Nacional da Juventude. O evento, que reunirá milhares de jovens de todo o Brasil, terá como tema “Maria e a Doutrina Social da Igreja”.

A Romaria está sendo promovida pela Comissão para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com o Santuário Nacional de Aparecida. A iniciativa integra as comemorações dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida no Rio Paraíba do Sul. Leia Mais…

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Canonizações: Alegria e gratidão em Portugal

O Reitor do Santuário de Fátima, Padre Carlos Cabecinhas, destacou na quinta-feira a importância da canonização do dois pastorzinhos, Francisco e Jacinta, durante a viagem que o Papa fará à Portugal nos dias 12 e 13 de maio.

Em um comunicado divulgado após o anúncio da decisão de Francisco, Pe. Cabecinhas mostrou sua “profunda gratidão” a Deus e ao Papa.

O Reitor do Santuário destacou ademais, o fato de que a canonização se realize durante a visita do Santo Padre ao Santuário – visto que ali estão as relíquias dos dois irmãos que serão canonizados – e em coincidência com o centenário das aparições da Virgem, em 1917. Leia Mais…

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