“A santidade implica em estarmos sempre alegres”

“Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito: alegrai-vos!”

“O consagrado traz a marca do Deus que nele está e para quem ele vive. A marca da alegria e da espontaneidade. A marca de Deus de quem somos e para quem vivemos. A boca fala e os gestos manifestam aquilo de que está cheio o coração”, é  o que nos diz Monsenhor Jonas Abib, fundador da Comunidade Canção Nova.

Sim, a Alegria é uma marca na vida dos santos! Ou você já ouviu falar em algum santo triste? Não! Todos eles, traziam em si essa Alegria Verdadeira capaz de atrair para Deus quem a buscava em outros lugares. Um coração alegre é capaz de dar força ao fraco, de curar o doente, de dar esperança ao triste, de transformar a dor em alegria : “Eles saíram da sala do Grande Conselho, cheios de alegria, por terem sido achados dignos de sofrer afrontas pelo nome de Jesus. “ (At 5,41)

“Os jovens santos impelem-nos a voltar ao nosso primeiro amor”.

“Através da santidade dos jovens, a Igreja pode renovar o seu ardor espiritual e o seu vigor apostólico. O bálsamo da santidade gerada pela vida boa de muitos jovens pode curar as feridas da Igreja e do mundo, levando-nos àquela plenitude do amor para a qual, desde sempre, somos chamados: os jovens santos impelem-nos a voltar ao nosso primeiro amor”. (Christus Vivit – nº 50)

A Exortação Apostólica Christus Vivit, no capítulo II nos traz vários exemplos e testemunhos de jovens que transformaram o seu tempo com a alegria da sua entrega a Deus, dentre eles quero citar São Domingos Sávio e a Beata Clara Badano:

Domingos Sávio, o jovem companheiro de Dom Bosco, ardoroso na sua busca pela santidade,  aprendeu do Santo que “a santidade implica estar sempre alegre”. Sua alegria era contagiante, sempre pronto a estar perto dos seus companheiros mais marginalizados e enfermos, quando morreu contava com apenas 14 anos de idade em 1857.

“A jovem Beata Clara Badano, que morreu em 1990, experimentou como o sofrimento pode ser transfigurado em amor (…) A chave da sua paz e da sua alegria era a total confiança no Senhor e a aceitação também da doença como expressão misteriosa da sua vontade para o seu bem e para o bem de todos”. (Christus Vivit – nº 62)

“O nosso ‘hábito’ é o sorriso”

Na Canção Nova sempre ouvimos o nosso fundador dizer que o nosso “hábito” é o sorriso! O nosso sinal, o que nos identifica é a nossa santidade de vida, o testemunho de um Cristo Vivo e vivido. O que nos move é a expectativa de um Novo Céu e uma Nova Terra, onde não haverá mais choro, nem morte, nem dor… onde todos cantaremos juntos hinos de louvor e alegria!

Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito: alegrai-vos! Seja conhecida de todos os homens a vossa bondade. O Senhor está próximo (Fl 4,4-5).

Fonte: Cancão Nova

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